Enquete e asteriscos aleatórios!
Ok, saindo de alfa, como diz minha mãe, e voltando a postar! Mas, antes de mais nada, eu gostaria de fazer uma pseudo-enquete aqui. Ok, não é uma pseudo-enquete, é uma enquete mesmo: vocês gostam desse desenho meu aí de cima? Não gostam? Odeiam? Obrigada por responderem... Enquete pronta, vamos aos...
... asterismos aleatórios
* Michael Jackson morreu, uma pena, pois é, mas como este não é um blog factual, vamos que vamos.
* Ah, só uma coisa: só eu não sabia que aquele passo que ele fazia andando pra trás se chama moonwalk? Continuando.
* Todo fim de semestre é a mesma história: por vários dias (os dias em que fico enlouquecida escrevendo os trabalhos finais), me pergunto: por que resolvi fazer filosofia? Por quê? E, então, os trabalhos finais acabam e eu, já descansada, me pego escolhendo, toda feliz, as matérias do próximo semestre. Sou tão previsível.
* Novo vício alimentar: iogurte natural da Nestlé, levemente adoçado. Meu. Deus. * Pela primeira vez na vida, em julho, estou planejando direitinho meu réveillon. Tudo para evitar a bagunça que rolou em Cuba este ano, lembram? Tipo eu e o Marcos percebermos na véspera da viagem, às onze da noite, que não temos dinheiro vivo e sair pedindo dólares aos amigos.
* Que mais? Vendo Friends desde o começo. Putz, eu tinha esquecido como era legal.
* Lendo Rua da Revolução, de Richard Yates.
* Marcos e eu abandonamos nosso cão imaginário. Estava dando muito trabalho.
* Escrevendo mil coisas novas e com vários projetos em andamento. Em agosto, um deles vai para a gráfica. Conto aqui!
Escrito por Liliane Prata às 16h40
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Um cão imaginário e dois P.S.
Depois de meses decidindo se temos um cãozinho ou não, Marcos e eu resolvemos fazer um teste com um cão imaginário chamado Epicuro. Quer dizer, eu decidi fazer um teste com um cão imaginário chamado Epicuro. O Marcos ainda acha tudo muito estranho. Mas tudo bem! Chegando em casa e gritando “Epicuro! Epicuro!”, entrando no banheiro e dizendo “Epicuro, sai!!” e fazendo carinho no vento e dizendo “Isso, Epicuro, bonzinho...”, eu tenho CERTEZA que estou treinando para ser uma boa dona de cachorro. Quem sabe, daqui a alguns anos, não fazemos um teste com um bebê imaginário.
P.S.: esqueci de avisar aqui que ontem apareci no Saia Justa! Tem reprise hoje às 14h e sábado às 23h. É no GNT. Quem assistir conta o que achou? P.P.S.: indo à BH mais tarde. Aguardem casos peculiares sobre minha família!
Escrito por Liliane Prata às 10h12
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Personalidade real X virtual
Como vocês já devem ter reparado, existem pessoas que são mais ou menos a mesma coisa no dia-a-dia e no msn/sms/twitter/etc... e pessoas que se transformam completamente. Não sei se a internet ou o telefone revolucionam a personalidade dessas pessoas, não sei se elas não estão totalmente à vontade com a tecnologia ou se são só loucas mesmo. O que sei é isso: elas mudam. Muito. Tudo isso para falar sobre...
... a dupla personalidade do Marcos
Episódio um: por SMS
Marcos, pra quem não sabe, é meu marido. Continuando. No mundo real, ele é fofo, meigo etc. Mas, no mundo virtual, no caso, o mundo da mensagem de celular, ele se transforma em Marcos, o... o... bom, pode ser Marcos, o esquisito, na falta de um aposto melhor. Ou Marcos, eu não sou seu marido. Ou quem sabe Marcos, o coração gelado, em homenagem aos Ursinhos Carinhosos! Enfim, as mensagens a seguir falarão por mim.
Mensagem fofa minha: Lindo, estou aqui na Ofner com o Bruno! Vem pra cá direto do trabalho encontrar a gente! Beijos Resposta dele: infelizmente, não será possível. Obrigado pelo convite bj
Mensagem fofa minha: Saudade! Vamos ver Friends e pedir pizza qdo vc chegar? Vamos? Resposta dele: à noite podemos combinar algum programa. abs
Mensagem fofa minha: Amor, bati minha mão na porta de novo, que desastrada! Ódio! (Sem resposta)
Aguardem o episódio 2: pelo MSN
Escrito por Liliane Prata às 19h22
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Sobre amigos que a gente não vê há muito tempo
Semana passada, depois de uns dois anos sem notícias da B., que toda hora mudava de país, finalmente nos encontramos pelo msn e:
B: oi, Lili!!! Eu: B!! Quanto tempo!!! B.: bom, só dá tempo de te falar um oi, tô de saída! Eu: argh! Dá uma resumida aí nas novidades, pelo menos! B: vejamos... descobri que sempre fui lésbica, casei, ela é incrível, tô mto feliz!! B: depois te mando as fotos dela, da nossa casa e tal!! B.: beijão!!! Amigos sumidos, sempre cheios de novidades!
P.S.: meu mais novo vício: banana nanica assada. Com canela e leite condensado, fica melhor ainda. P.P.S.: entrei na aula de teatro!
Escrito por Liliane Prata às 13h47
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O caso da franja
Sumi, mas voltei! Com posts todo dia esta semana! Ou não. Enquanto isso, vamos ao... ... caso da franja
Tive franja uma vez na vida, na faculdade. Nem era uma franja-fraaaanja, e sim uma coisa meio de lado, mas, enfim, entre franja e não-franja, era uma franja. Bom. Naquela época, eu pensava que fosse só fazer uma escova na franja, que ela ia ficar superfofa e tal. Mas não. Precisei apenas de uma lavagem para constatar que franja não é apenas uma parte curta do cabelo, mas sim uma oooutra coisa, que não sei bem o que é, mas uma outra coisa. Ela pode ficar boa com a escova, ela pode ficar toda torta com a escova, enfim, ela tem vida própria e nem sempre respeita as leis da física. Bom. Naquela época, eu escrevi no meu caderno da faculdade: “Nunca mais cortar franja” e pronto. Os anos se passaram, cortei meu cabelo de várias maneiras e tal. No momento, estava deixando crescer. Mas eis que, semana passada, lendo uma revista, começo a me revirar na cadeira. Vontade louca de mudar o cabelo, sabe como? Uma vontade incontrolável. Um forte desejo emanando das profundezas do meu inconsciente! Ok, passou. O caso é que fui ao cabeleireiro no mesmo dia... ... e pedi: franja. E dessa vez nem é meio de lado: é uma franja MESMO. Então não sou mais a pessoa que, depois de lavar o cabelo, escolhe se vai usar secador ou não. Eu TENHO que usar secador na franja, a não ser que eu queira ser apontada na rua ou algo assim.
Mas querem saber? Tô adorando.
Eu ia colocar essa foto no meu twitter, mas essa minha mão atrás da cabeça atrapalhou tudo. Aliás, ainda não sei como fiquei nessa posição!

Escrito por Liliane Prata às 16h14
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*suspiro*
Bom, é um fato. Ontem à noite, vi os últimos dois episódios de Sex and The City que faltavam. Como diria a Maysa (a adulta, não a menina): meu mundo caiu. Para me consolar, o Marcos me deu ontem mesmo o dvd do filme. Ainda não sei se prolongar o término da nossa relação - minha e da série - é saudável, mas vou assistir, claro. P.S.: doce de abóbora com creme de leite fica uma delícia. P.P.S.: aprendendo o segundo dedo no violino! P.P.P.S.: esqueci.
Escrito por Liliane Prata às 12h43
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Duas situações, mesma constatação
Situação 1
Semana passada. Eu com uma amiga no msn.
Amiga: então, aí eu fui lá e fiz isso e isso... Eu: não acredito... Amiga: e isso e isso e isso!! Eu: chocada... eu nunca faria isso.
Pausa.
Amiga: você fez isso nessa, naquela e naquela outra ocasião. Eu: (ausente)
Situação 2
Hoje à noite, no bar com uma amiga. Falamos mil bobagens e:
Eu: eu não tenho essa bobagem de querer fazer xixi em pé. Ela: como assim! Eu adoraria fazer xixi em pé! Toda mulher adoraria! Eu: ai, pra quê, que besteira...
Depois de alguns minutos, vou ao banheiro. Volto p. da vida.
Eu: impossível usar esse banheiro nojento! Saco!
Demoro uns dez segundos para entender o olhar dela, posteriormente acompanhado por um:
Ela: seria legal fazer xixi em pé nessas horas, né. Eu: é, pode ser.
Conclusões possíveis: a) Eu falo sem pensar. b) Eu sou incoerente. c) Eu sou esquecida. d) Nenhuma das alternativas acima.
Se você marcou letra D, obrigada! Eu também acho que meus amigos são muito observadores. P.S.: assistindo devagarziiiinho o último cd da segunda temporada de Sex and the City. Ai, ai.
Escrito por Liliane Prata às 23h27
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Sobre Sex and the City (ou: um post longo e dramático)
No último natal, Marcos me deu o box completo de Sex and the City. Achei legal, agradeci, ok. Eu já tinha visto alguns episódios e lembrava vagamente que achava bem divertido, mas nada além disso. Além do mais, eu não estava muito no clima, sabe? Tinha acabado de entregar os trabalhos finais da faculdade; estava com a cabeça tomada por filosofia medieval, filosofia da ciência e filosofia antiga, as matérias que estava fazendo. Achei uma quebra, sabe, e aquele cabelo esvoaçante da Carrie na caixa rosa pink não me tocou. Beleza. Em janeiro, começamos a ver a série. Primeiro, despretensiosamente. À noite, se não tínhamos nada melhor pra fazer, lá íamos nós ligar o DVD. Às vezes, eu ria um pouco. Outras vezes, eu me irritava um pouco, principalmente com o egoísmo da Carrie. A primeira temporada acabou, me vi meio curiosa demais para ver a segunda, mas beleza, nada fora de controle.
Os dias foram se passando e ver um ou dois episódios por dia acabou virando um ritual. A gente fazia o jantar, montava um sanduíche ou pedia uma pizza e pimba, íamos ver um episódio.
Não me lembro bem quando comecei a me arrepiar de felicidade ao ouvir a musiquinha de abertura.
Na terceira temporada, se não me engano, comecei a sonhar com as personagens umas três vezes por semana, hábito do meu inconsciente que permaneceria até o fim. Na quarta, dava umas cinco horas da tarde e eu já ficava impaciente, louca para o Marcos chegar e assistirmos a um episódio. Acho que foi na quinta temporada que ameacei jogar o telefone na parede, se ele não parasse de tocar no meio do episódio. Na sexta e última, eu chorava copiosamente em cada episódio, mesmo quando não havia motivo para chorar.
Semana passada, quando vimos o último episódio, o Marcos começou a se arrepender de ter me dado o presente, porque eu não parava de chorar e ainda tive pesadelos à noite.
Fiquei mal por uns três dias. Tudo me lembrava a série. Eu me odiava por ter me apegado tanto, e odiava mais ainda o fato de a série ser finita! Por que não podiam filmar por mais, digamos 20 anos? A Miranda com 50 e poucos anos teria tiradas ótimas! O fato de o roteiro ser super amarradinho, o que me incomodava na primeira temporada, tinha passado a me agradar. De repente, as inverossimilhanças me transportavam mais rápido para outro mundo. Aquelas mulheres que, para mim, eram umas afetadas e egoístas (embora divertidas!), tinham se transformado em amigas íntimas, cheias de defeitos e qualidades (e muito divertidas!). Eu imaginava diálogos entre a gente, refletia sobre os dramas delas, criava situações na minha cabeça. Fora os sonhos, claro. Eu comecei a amar, AMAR Sex and The City, e me sentia com 15 anos de idade. Era incrível. Eu era feliz e sabia!
Bom, mas, junto com o último episódo, a felicidade acabou.
E agora, quando eu estava quase me recuperando do luto por já ter visto todos os episódios, quando eu já parava de me lembrar disso assim que a noite caía, quando meu inconsciente tinha sossegado... descubro que o terceiro disco da segunda temporada estava lacrado. Eu e o Marcos não assistimos. E só percebemos agora.
Ok, nossa distração à parte, vamos lá: o que faço agora? Ignoro e não vejo esses episódios? Deixo-os no passado, como estava até agora? Ou assisto e volto a sofrer tudo de novo?
Bem, até parece, né. Amanhã à noite, mal posso esperar: jantar e episódio. E lágrimas!
P.S.: e coriza, porque estou confinada numa interminável crise alérgica. P.P.S.: estou ligeiramente dramática, não reparem.
Escrito por Liliane Prata às 21h49
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O ovo ou a galinha?
Lá pelas quatro da tarde, eu estava estudando bem tranquila, quando meu pai me liga. Eu: alô. Pai: oi, filha!!! Tudo bom? Eu: oi, pai! Tudo. Pai: que voz é essa? Eu: que voz? Pai: voz de sono. Você estava dormindo? Eu: nãão. Estava estudando. Pai: mas você está com sono. Eu (defendendo minha concentração nos estudos): Não! Estou lendo, estou com voz de quem está lendo, zero sono. Pai: ah, tá. Depois a gente conversa mais, que vai começar o jogo. Eu: tá bom, beijo.
Desligo o telefone, fecho o livro e capoto de sono. Quando acordo, sentindo-me renovada, ligo para o meu irmão.
Eu: oiê! Rô: oi! Que voz de cansada é essa? Eu: hum? Gente, qual é o problema do telefone de vocês? Minha voz está normal. Rô: voz de cansada. Eu: aff.
Desligo um pouco depois e... resolvo deixar pra amanhã o frila que eu ia fazer hoje. Motivo: cansaço.
Agora, a pergunta é: meu pai e me irmão deduzem meu estado de espírito a partir da minha voz? Ou eu mudo meu estado de espírito a partir das constatações arbitrárias e loucas deles?
Na dúvida, vou dormir cedo hoje.
Escrito por Liliane Prata às 18h32
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Asteriscos semi-aleatórios!
Como sexta-feira é um dia ótimo para rever as constatações da semana, vamos a eles... ... os novíssimos asteriscos aleatórios temáticos!
Eles não são tão aleatórios como os tradicionais asteriscos aleatórios. O que é uma novidade aleatória!
TEMA da aleatoriedade de hoje: açúcar
* Da Páscoa até agora, comi: um ovo recheado de trufa de maracujá, de 600 gramas, meio vidro de brigadeiro de colher da Amor aos Pedaços, 1/3 ovo de 800 gramas da Cacau Show, os bombons do ovo da Cacau Show, meio tablete Laka de 200 gramas, um pouco do ovo Diamante Negro, do Marcos, um pouco do ovo Munik, também dele, meio tablete Cacau Show e as orelhas do coelho Lindt. Acho que tô no limite do razoável.
* Fora isso, só um ou outro doce: bolo indiano na casa da minha sogra, bolo no restaurante, mordida no brownie de uma amiga, etc. As sobremesas diminuíram consideravelmente desde a Páscoa.
* O Bruno beliscou meu ovo trufado uma vez.
* Pra não engordar, resolvi abolir as bebidas açucaradas ao longo do dia, com exceção de dois cafés. Tem funcionado. Eu bebia MUITAS bebidas açucaradas.
* Falando nisso, quem diz que chá não engorda é porque não adoça como eu. Engordo menos com chocolate do que com chás liberados ao longo do dia. Já comprovei empiricamente.
* Aprendi a fazer arroz doce, que adoro. Mas só teoricamente. Vou esperar o fim dos chocolates da Páscoa (ainda tem uns ovos esperando para serem comidos).
* (É o Marcos que tem essa coisa de aprender teoricamente uma receita. “Sabe fazer arroz?”, “Sei”. Desconfiada, pergunto: “Já fez?”. E ele: “Não”.)
* Muito decepcionada com o Activia Baunilha. É só o Activia original (que adoro) mais azedo. É a baunilha que dá o toque azedo?
Escrito por Liliane Prata às 16h17
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Aprendizados peculiares
Quando eu era criança, achava que o mundo e a minha casa seguiam mais ou menos a mesma lógica. Fui crescendo e vendo que lá fora era bem diferente. E que algumas coisas que eram normais lá em casa não eram tão normais assim para os coleguinhas da escola. Isso deve ter acontecido com você. É duro crescer. No meu caso, foi duro perceber que...
... as pessoas das outras casas não faziam sanduíche de pão com feijão. ... também não tomavam sopa de carne com macarrão às 6 da manhã, antes de ir para a escola. ... minha mãe não tinha inventado o misto-quente. ... meu pai não tinha inventado a pipoca. ... não se usava pedir arroz para acompanhar a pizza. ... os irmãos que brigavam não recebiam como castigo ficar abraçados por uma hora. ... em dias de frio, as crianças em geral não eram amarradas ao cobertor. ... as pessoas andavam descalças no chão frio e sobreviviam sem dramas.
Esta semana vou postar muito. Quem visitar verá!
Ok, prometo não criar mais ditados.
P.S.: mais uma vez, eu e o Marcos fomos ao cinema separados. Ou melhor, eu fui ao cinema, ver Che. E ele foi ao show do Motorhead. Espero que todos me apóiem dessa vez por não tê-lo acompanhado! Um show desses para quem não curte o gênero deve ser um pesadelo.
Escrito por Liliane Prata às 21h12
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Cinema e romantismo
Fui ao cinema com meu querido marido, Marcos. Problema: ele queria ver um filme A, eu queria ver um filme B. Daí, o diálogo:
Ele: quero muito ver o filme A. Eu: hm, eu quero ver o filme B. Ele: vamos tirar na sorte qual vemos hoje, e daí assistimos ao outro semana que vem, que tal? Eu: ah, para ser bem sincera, faz duas semanas que estou louca para ver o filme B e queria ver hoje, sabe. Ele: tá, você está me obrigando a ver o filme B com você? Eu: imagina! A gente faz o seguinte: nós vamos juntos ao cinema, mas nos despedimos e cada um vê o seu filme. Na volta, tomamos um café juntos! O que você acha? Ele: O quêêê? Por que a gente não aproveita e passa a morar em casas separadas, de uma vez? Eu: exageraaaado...
No fim, ele topou, mas contrariado. E é a segunda vez que nosso cinema acaba assim. A questão é: eu sou uma pessoa fria e insensível, uma anti-romântica incurável ou apenas uma pessoa prática? O Marcos vota na letra B – anti-romântica. Não incurável, mas semi. Eu voto na C, claro. E vocês?
Ah, não há mistério nos nomes dos filmes, mas é que eu adoro colocar as iniciais, sabe? O filme A é Watchman e o B é O Casamento de Rachel.
Escrito por Liliane Prata às 21h05
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É isso!
Talvez eu tenha sido influenciada pelo lado ranzinza do Daniel. Ou talvez seja apenas um dia muito sincero na minha vida. O que importa é que apresento a vocês o segundo...
... post mal-humorado do meu blog
Não achei nada de mais na torre Eiffel.
Não curto os alfajores do Café Havana.
Amo morar em São Paulo, mas não gosto de comer pastel na feira.
Passo os dias estudando Derrida e Husserl, mas continuo lendo a turma da Mônica.
Luluzinha e Calvin também.
Não gosto de Campos do Jordão nem de Maresias.
Não acho que o churrasco argentino seja melhor que o brasileiro. Na verdade, não vejo diferença.
Não tenho paciência com 90% dos intelectuais que conheço.
Não gosto de vinho e tanto faz para mim quantas notas de não sei o que ele tem.
Adoro doce de leite da minha terra, Minas, mas pago mais pau pro doce de leite argentino.
Achei O Apanhador no Campo de Centeio bem sem graça.
Tem uma música da Sthefany que eu gosto. Acho bonita.
Nunca gostei de Lost.
Escrito por Liliane Prata às 18h30
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Quem é o ranzinza?
Eu e meus amigos Bruno e Daniel numa doceria, tomando café e comendo colomba pascoal de chocolate.
Eu: que delícia essa columba pascoal de chocolate. Bruno: adorei... nham. Daniel: é só um panetone. Bruno: esse recheio é tão cremoso... Eu: é a melhor que já comi... Daniel: de novo, é só uma droga de panetone. Bruno e eu: êêê que saco, Daniel! Daniel: nossa, não posso falar nada com vocês... Como vocês são ranzinzas!
Em tempo: eu concordo que columba pascal é só um nome mais comprido para panetone. Mas, quando eu estou no mundo de um doce, eu estou no mundo de um doce...
P.S.: me divertindo muito no Twitter! P.P.S update: não sei se o certo é columba ou colomba, mas, enfim, é aquele panetone lá.
Escrito por Liliane Prata às 16h49
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O Primeiro de Abril e os sem-noção
Prólogo
Como vocês já devem ter reparado, primeiro de abril é uma data perigosíssima para as pessoas sem-noção. Ou melhor, para as pessoas à volta das pessoas sem-noção. O caso é que muitos vêem nessa data uma linda oportunidade para soltarem sua não-noçãozice por aí. Foi o que aconteceu, por exemplo, com a minha amiga J.
O que aconteceu com minha amiga J.
Isso já faz uns cinco anos. Ou seja, a gente tinha vinte anos e alguma coisa. J., que hoje mora em Nova York e solta sua falta de noção por lá, namorava um vizinho dela. Beleza. Um dia, esse cara perdeu o emprego. Para o azar dele, era primeiro de Abril. Para o azar dele parte 2, J achou que a notícia do desemprego se juntaria com o primeiro de abril lindamente. Daí ela tocou no apartamento dele e:
J.: Tô grávida. C. (de “cara”): ??? J.: Tô grávida, tô grávida! Aaaahhhh! E aí ela entrou no apartamento, fez a maior cena e... manteve a mentira até meia-noite, quando finalmente riu e disse:
J: Primeiro de Abriiiil! Não é engraçado?
Claro, ele tinha uma idéia diferente de humor.
P.S.: eu não sou muito boa em mentiras homéricas. O máximo que já fiz foi, nessa mesma época, falar para o meu chefe que eu ia comer um pão de queijo na lanchonete da esquina e ter ido para o outro lado da cidade, dar uma palestra. Não sei se ele percebeu, mas, coincidentemente, fui demitida pouco tempo depois. Agravante: não era primeiro de Abril. P.P.S.: pior foi um conhecido meu, que falou para o chefe que ia comer alguma coisa e pegou um avião para Curitiba. P.P.P.S.: depois de ler os comentários sobre o Twitter, resolvi parar de enrolar e entrar! Clica aqui!
Escrito por Liliane Prata às 16h00
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