É parente do Mario Prata: não
Idade: 28 anos
O que faz da vida: colunista da revista Capricho, jornalista free lancer e neurótica, estudante de filosofia e apreciadora de palavras, amigos e glicose. Autora dos livros O Diário de Débora,O Diário de Débora 2 , Na Festa e Uma bebida e um amor sem gelo, por favor.
Não gosta de: pessoas andando em diagonal na minha frente.
E-Mail: liliprata@yahoo.com.br (PS:não mandem correntes)
twitter.com/lilianeprata
 


Balanço da limpeza do carro

Combinei com o Marcos que, a cada vez que eu usasse meu carro, eu tiraria alguma coisa de dentro dele que não era para estar lá – jornais velhos, caixas, papel de bala etc. Assim, em meados no ano que vem, ele já deve estar limpinho.

Hoje, me empolguei e tirei bastante coisa. Por isso, nesta época do ano tão propícia a balanços, vamos ao...

... balanço da limpeza do carro

* Um demaquilante que eu tinha perdido havia séculos
* Um pente
* O cabinho de uma maçã (tsc, tsc... eu, sei, eu sei...)
* O cadáver de uma pêra (como frutas! Olha que saudável!)
*Uma Folha de SP de maio de 2007
*Um par de meias (que, antes de entrarem no buraco negro do carro, eram brancas).


Escrevi um texto para a revista Nova Escola deste mês. Quem quiser ler, clica aqui! Aproveitei e fiz uma propaganda do blog, claro!

P.S.: hoje entrou no ar a segunda aula de decoração do site casa.com.br. Para quem não sabe, é o site de decoração da revista Casa Claudia e da Arquitetura & Construção, com conteúdo das revistas e várias matérias exclusivas. Paguei de apresentadora no vídeo. É só clicar aqui.
P.P.S.: me sinto a técnica em informática quando consigo colocar links no meu post!


Escrito por Liliane Prata às 18h03 [ ] [ envie esta mensagem ]



Sogras, inícios de relacionamentos e filmes queimados

Um ano e pouco atrás.

Eu e o Marcos estávamos saindo havia uma semana, quando perguntei se ele não queria passar um fim-de-semana em Campos do Jordão. Ele topou. Beleza. Fim de semana seguinte, estávamos lá em Campos. No carro, o celular dele toca. Era a mãe dele. Ele dá respostas monossilábicas e dá a entender que está viajando sozinho.

Eu: Você não disse para sua mãe que estava viajando comigo?
Marcos: Não.
Eu: Por quê, hein?
Marcos: Sei lá. À toa.

Silêncio.

Marcos: olha, eu não queria queimar seu filme com minha mãe. Sabe como é, vai que a gente acaba namorando.

Eu não sabia se achava bonitinho ou se puxava o cabelo dele.

Mães, mães. Sempre elas.

Enfim, ele acertou: algumas semanas depois, lá estava a gente assumindo nosso namoro, e a minha linda sogrinha me conheceu e teve uma ótima impressão de mim.

Ai, ai.

P.S.: viu, sogrinha? Te chamei de linda. E fofa!
P.P.S.: pensando bem, acho que minha sogra não lê meu blog. Mas é sempre bom elogiar, né?


Escrito por Liliane Prata às 22h16 [ ] [ envie esta mensagem ]



Sobre profissões e afinidades

Anteontem, almocei com uma amiga minha e a prima dela, que é médica. Perguntei médica do quê e ela disse: pediatra.

Eu: Que fofo! Você gosta de crianças?
Ela: não.

Bom, mas que pergunta boba, a minha, né? Tenho uma amiga jornalista que odeia ler jornal; o ex de um amigo meu era biólogo e detestava bichos e, claro, tenho aquela amiga publicitária que muda de canal na hora dos comerciais e ainda reclama que eles têm espaço demais na TV.

Bem, voltei!

Estava bem ocupada, em mil projetos. De verdade mesmo.

Tá, é claro que eu tinha um tempinho. Inho. Mas enfim!!! Chega de olhar para trás, né? Voltei.

P.S.: entrou no ar hoje o curso de decoração do casa.com.br, do qual fui a editora. Paguei de apresentadora no vídeo também! Quem assistir conta o que achou? É só clicar aqui.
P.P.S.: demorei tanto tempo para postar que, agora, já gosto de Família Soprano! Domingo eu e o Marcos vimos três episódios. Hoje fiquei a manhã toda pensando no episódio que vi ontem.


Escrito por Liliane Prata às 15h13 [ ] [ envie esta mensagem ]



Momento TV (ou momento "Sabe de uma coisa?")

Será que só eu não amo Família Soprano?

Eu tento achar genial, incrível, maravilhoso. Uma aula de roteiro e direção, como todo mundo diz. Semana passada, até um dos meus professores enalteceu a série. Nenhum professor meu, lá da filosofia, tinha citado um seriado na aula. Nunca. Família Soprano também está sempre nos jornais, nas revistas, na rua, na chuva, na fazenda.

Mas eu não acho nada disso, sabe. Acho só legalzinho. Eu tento, mas é só isso que acho dele: legalzinho.

E, ontem à noite, depois de quinze minutos de episódio, dormi. Dormi mesmo. Dormi supergostoso.

Quer saber?

Acho aquela terapeuta do protagonista enjoadinha, sem-graça, insossa mesmo. Não gosto nem da cara dela.

Adoro o ator principal, mas não me empolgo com os conflitos dele.

E acho muito interessante que a série gire em torno do tema máfia, mas... blé. Longe de me cativar como O Poderoso Chefão.

Pronto. Lavei minha alma neste post.

P.S.: também não amei Caçador de Pipas. Gostei, sim. Me senti presa ao livro do começo ao fim. Mas não amei. E nem de longe chorei.
P.P.S.: também não odeio Paulo Coelho. Li um livro dele, Diário de um Mago, e achei ok. A história sumiu da minha cabeça assim que terminei minha leitura. Puff. Mas não achei grotesco, como mil críticos dizem. Achei normal.
P.P.P.S.: também não acho que Lindt é melhor que Lacta. E não gosto muito de Kopenhagen. Não gosto!  


Escrito por Liliane Prata às 17h30 [ ] [ envie esta mensagem ]



Uma manhã refrescante

Todos os dias (aquelas que pensam que estão casadas há anos), o Marcos coloca o despertador para às 7h40. Mas ele acorda mesmo meia hora depois, depois de ativar três ou quatro vezes a função soneca. Isso me irrita um pouco, porque acordo umas nove e fico com essa função soneca na minha cabeça à toa. Mas o amor exige companheirismo, certo? Como a explicação dele é que ele não consegue acordar com um soneca só, eu disse para ele que posso otimizar esse despertar, através de...

... uma manhã refrescante


O despertador toca.  Em vez de ele ativar a função soneca, eu, que já acordei e estou louca para dormir de novo sem interrupções, falo docemente que está na hora de ele se levantar. Se ele estiver muito grogue de sono e não escutar, eu jogo DELICADAMENTE um pouco de água no rosto dele. É fácil e prático, porque sempre temos uma garrafa d´água no criado-mudo. Sem contar que eu me divirto um pouco. Não dizem que o casamento é um tédio? Vamos evitar que o marasmo se instale!

Mas, infelizmente, ele não topou o método.

Insisti e ele disse que tudo bem em fazer isso, SE eu perguntar antes e ele responder que sim.

O problema, obviamente, é que, quando pergunto, ele responde “não” . E ativa a função soneca.

Hoje de manhã, tentei perguntar de maneira bem vaga:

Eu: bom dia! Que tal um pouco de água?
Ele (grogue): aceito sim.. obrigado...

Me viro para pegar e:

Ele: Peraí, você não quer dizer água no meu rosto não, né?
Eu: er...

Não foi dessa vez.

P.S.: a orquídea ainda está linda!
P.P.S.: sim, respondendo os comentários,é meu terceiro casamento. E obrigada pelos parabéns! Estou muito feliz. É muito bom morar com quem a gente ama.
P.P.P.S.: esqueci.
 


Escrito por Liliane Prata às 17h50 [ ] [ envie esta mensagem ]



Voltei!

E com várias novidades:

1)     Casei! Eu e o Marcos estamos morando juntos e devemos assinar uns papeizinhos este ainda este mês.

2)  
Saí do meu período semi-sabático, em que eu praticamente só estava estudando (muito!) e escrevendo minha coluna da Capricho. Estou fazendo um frila para o site da revista Casa Claudia, um texto meu sai na Nova Escola de dezembro, e meu novo livro está finalmente pronto (aquele que comecei a escrever em julho do ano passado, e terminei em outubro, mas que de lá para cá sofreu várias alterações). Fora isso, vários outros projetos, incluindo um novo blog (mas não vou largar este aqui!)

3)   
Usei pela primeira vez na vida um aspirador de pó, em vez de vassoura. Foi uma mudança muito positiva, porque, neste período, descobri que, como quase todos os meus amigos, tenho rinite. Aliás, começo a suspeitar que ter rinite é um critério para que eu goste de uma pessoa.

4) Ainda no capítulo casa: fiz o bolo da minha festa de aniversário, e me considerei uma pessoa muito auto-suficiente. O próximo passo será plantar o arroz que eu como.

5) Ok, há uma distância entre fazer bolo e plantar arroz. Mas me aguardem!

 


Escrito por Liliane Prata às 12h38 [ ] [ envie esta mensagem ]




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