É parente do Mario Prata: não
Idade: 26 anos
Listrado ou com bolinhas: listrado, sempre
O que faz da vida: colunista e editora assistente de entretenimento da revista Capricho, da Editora Abril. Autora dos livros O Diário de Débora,O Diário de Débora 2 , Na Festa e Uma bebida e um amor sem gelo, por favor.
O que quer da vida: nada de mais. Um amor eterno, muito dinheiro trabalhando pouco e uma boa dose de glicose sempre que possível.
Não gosta de: pessoas andando em diagonal na minha frente.
E-Mail: lprata@abril.com.br (PS:não mandem correntes)
 


Sobre trabalhar em casa

Como eu escrevi aqui no post de 16/05, não estou mais trabalhando na Abril. Quer dizer, continuo sendo colunista da revista Capricho, mas não sou mais editora-assistente. Bom. Na prática, fica assim: por três anos, eu passava a maior parte do meu dia naquele prédio de três mil funcionários e, agora, passo o a maior parte do meu dia...

 

... em casa

 

Há duas semanas, desde que saí da Abril, tudo mudou. Toda a correria de conciliar trabalho de dia, faculdade de Filosofia à noite, namoro, amigos, projetos paralelos... pfff... agora, é uma tranqüilidade só.

 

Acordo com o barulho dos pássaros (tá, com o barulho do despertador, mas, se eu fizer força, ouço um ou outro pássaro). Preparo meu café (antes, tomava café na empresa, rapidinho). Leio jornal demoradamente, ouvindo música. Faço uma caminhada em uma praça perto de casa. Tomo um banho. Estudo por algumas horas. Preparo meu almoço calmamente. Escrevo um ou outro texto à tarde. Leio mais. Tomo um chá. Ouço música. Falo com meus pais pelo telefone. Vou à aula. Vou direto para casa ou encontro antes meu namorado ou algum amigo. Leio um gibi e durmo como um anjo, para despertar no outro dia, novamente, com os pássaros.

 

Estou me sentindo leve. Sossegada. Feliz.

 

Mas sei como é. Já passei por essa vida de trabalhar em casa antes.

 

E não dou três meses para ficar de saco cheio de tanta tranqüilidade.


Escrito por Liliane Prata às 22h39 [ ] [ envie esta mensagem ]



Companhias no elevador

Prólogo

Como os leitores mais antigos sabem, há dois anos, eu fui convidada a me retirar do flat onde morava e tive cinco dias para encontrar outro lugar para viver (eu queria escrever um parêntese engraçadinho, explicando por que me expulsaram de lá, mas tudo o que aconteceu é que o proprietário resolveu vender o apartamento para o sobrinho dele). Bom. A Débora, que trabalhava comigo na época, morava sozinha e o namorado dela estava de mudança para o Canadá. Então, perguntei se ela não ia se sentir sozinha e se não estava ansiosa por uma roommate. Eu faria sucos, conversaria com ela e até faria cafuné, se preciso. Bom. Em cinco dias, me mudei. Como ela não tinha uma chave extra da porta da sala, me deu a da porta da área de serviço, dizendo que era para eu fazer a cópia da chave da sala quando tivesse tempo. Um ano depois, eu finalmente fui fazer a cópia. Como não funcionou, e eu não voltei ao chaveiro, vamos agora ao tema do post, que é...

 

... uma análise das minhas companhias em dois anos de elevador de serviço

 

Plantas

Vira e mexe, quando eu entro no elevador, tem alguma planta lá. Duas ou três vezes, já aconteceu de eu dar de cara com praticamente uma árvore.

A dúvida: para onde essas plantas vão? Nunca tem ninguém para pegá-las lá embaixo. Já reparei.

O incômodo: quase zero. Acho até legal dividir o elevador com plantas.

 

Animais

Sempre divido o elevador com cachorros e gatos, mas com coelhos, uma tartaruga e uma iguana, foram só algumas vezes.

A dúvida: nenhuma. Mas fico doida para o elevador chegar lá embaixo logo. Até hoje, nenhuma iguana pulou em mim.

O incômodo: médio.

 

Caixas

Várias vezes, desço com caixas ao meu lado. De várias cores e tamanhos.

A dúvida: posso pegar uma?

O incômodo: zero. Poucas coisas são tão neutras como caixas.

 

Lixo

Aconteceu só uma vez. Só depois que entrei no elevador e apertei o botão da garagem, vi que tinha mil sacos de lixo – cheios – ao meu lado. Um cheiro horrível. Horrível. E eu, que sou levemente hipocondríaca, já fui imaginando minha morte por intoxicação causada pelo gás metano, caso o elevador ficasse parado.

A dúvida: por que é que, além de verificar se o tal do mesmo se encontra no andar, eu não verifico o que tem dentro dele?

O incômodo: alto e nojento. 

Vou sair de casa agora.

Desejem-me sorte!


Escrito por Liliane Prata às 20h05 [ ] [ envie esta mensagem ]



Sobre acordar cedo

Dia desses precisei acordar cedo, cedo mesmo (considero cedo MESMO qualquer horário antes das 7. Entre 7 e 8 é cedo, e 9 e pouco é o ideal, exceto fins de semana. Sem mais tabelas de horários, voltemos ao post). À noite, percebi que toda vez que eu acordo cedo ou cedo mesmo eu passo pelos mesmos três estágios de sempre, que são...

 

... os estágios de quando acordo cedo

 

Estágio 1

A clássica negação. O celular toca e eu, confusa, só consigo pensar “Não, não”. Viro para cá, viro para lá, chego à conclusão de que, mesmo usando todas as minhas forças,vai ser impossível levantar, durmo mais um pouco, nego a realidade mais uma vez e... me levanto, tropeçando (além de detestar acordar cedo, sou bem míope).

 

 

Estágio 2

A hora da hiperatividade. Já no meio da tarde, fico perplexa ao perceber como meu dia está rendendo. Já fiz milhões de coisas e ainda tem uma porção de horas pela frente, prontas para serem preenchidas. E, para minha surpresa, nem estou com sono!

 

Estágio 3

Como o dia rende quando se acorda cedo! Já na cama, me lembro de como foi bom meu dia e tomo a decisão de acordar cedo também no dia seguinte e em todos os dias da minha vida.

 

MAS é só o despertador tocar, na manhã seguinte, para que eu volte prontamente ao estágio 1.

 

E, se não tiver um motivo muito, mas muito bom mesmo para que eu supere o estágio 1 e acorde cedo (“aproveitar a vida” não é suficiente. Muito vago. Tem que ser algo do tipo “Preciso estar no Detran às 8 em ponto”)... viro para o lado, cancelo os estágios 2 e 3 e acordo às 9 e pouco.

 

Bem felizinha.


Escrito por Liliane Prata às 12h28 [ ] [ envie esta mensagem ]



Telefone de lata e Abril

Prólogo não relacionado ao resto do texto

 

Hoje tive um surto consumista sem precedentes na minha vida: de manhã, antes de vir para a Abril, vi uma linda loja de brinquedos educativos. Parei o carro, olhei a vitrine e me encantei com um telefone de lata. Com um barbante e uns desenhinhos fofos, sabe. Comprei e pedi para embrulhar para presente, bem animada.

 

Agora a dúvida do dia é: para quem eu dou a droga do telefone de lata?

Meu meio-irmão e o sobrinho do meu namorado, as únicas crianças com quem troco algumas palavras (e que vejo uma vez a cada três meses, mais ou menos), estão meio grandes para brincar com telefone de lata. Aliás, alguém brinca com telefone de lata?

 

Ai, ai.

 

Bom, toda essa enrolação antes de ir para o mais importante do post, que é sobre...

 

... saindo da Abril

 

Depois de 3 anos trabalhando como editora-assistente na revista Capricho, primeiro em entretenimento e depois em comportamento, pedi demissão para fazer não sei bem o quê. Me dedicar mais à faculdade de Filosofia. Talvez passar um tempo em casa, escrevendo para outras revistas. Enfim. Meu último dia é hoje.

 

(Sim, também acho que o mais sensato seria primeiro pensar exatamente no que fazer e depois sair).

 

MAS continuo como colunista da revista.

 

Outra novidade: vou voltar a morar sozinha em breve. Como vocês sabem, há dois anos, moro com duas amigas. Então, aguardem a volta da seção A dona de casa relapsa!


Escrito por Liliane Prata às 12h10 [ ] [ envie esta mensagem ]



Sobre o queijo quente

Eu não sei bem o que me levou a pensar isso, mas o fato é que, por muitos anos, achei que determinados alimentos não fizessem mal. Mesmo se consumidos estragados. Mesmo se a data de validade tivesse sido 5 de setembro de 5 anos anteriores. É como se eles fossem blindados contra o tempo. Não sei explicar. O caso é que essa minha lista de comida blindada envolvia os seguintes itens:



Pão
Biscoito
Queijo
Manteiga/margarina
Chocolate
Achocolatado em pó
Leite
Etc



Alguns desses itens, velhos ou novos, continuam mais ou menos a mesma coisa. Exemplo: pão (se tiver alguma parte azul ou verde, é só se livrar dela. Mas lembrando: essa parte também é inofensiva, já que os alimentos da minha lista são 100% blindados). Outros itens têm seu sabor bastante alterado. Exemplo: leite. MAS a experiência sempre me mostrou que, colocando bastante Ovomaltine, um pouco de açúcar e mexendo bem, aquele leitinho que venceu meses atrás fica praticamente igual ao que acabou de ser tirado da vaca.




Bom. Eu pensava isso tudo até ontem, quando...



Era uma manhã comum. Acordei, lavei o rosto e fui à cozinha ver o que tinha de bom. Tinha pão: oba! Abri a geladeira e tinha queijo. Perfeito! Porém, ao partir o queijo, um cheiro fortíssimo invadiu a cozinha. Cheiro de ovo misturado com chulé, não sei. Aquele queijo devia estar na geladeira há semanas. MAS, como o queijo faz parte da minha lista de alimentos comestíveis para todo o sempre, pensei: vai ser só colocar o queijo no pão, o pão na sanduicheira e pimba: depois de quentinho, vai ficar ótimo.



Beleza. Queijo quente, derretido e praticamente inodoro. O sabor ótimo, quase igual ao de um queijo fresquinho. Comi o sanduíche, tomei um chá e fui trabalhar.



Duas horas depois, eu estava vendo tudo verde. VERDE. Fiquei zonza, trêmula e quase desmaiei. Aí minha barriga começou a fazer barulhos muito estranhos. Tomei água para ver se ela se acalmava, mas ainda fiquei me sentindo assim por um tempo.



Nada, nada prova que essa histeria verde estava relacionada com o queijo, mas não sei não. Fiquei meio traumatizada com minha lista. Talvez seja a hora de admitir que essas datas de validade que os fabricantes inventam têm alguma lógica.



OU talvez seja a hora de simplesmente reconhecer que o item queijo não está à altura da minha lista.


Escrito por Liliane Prata às 23h28 [ ] [ envie esta mensagem ]



Um quarto meio bagunçado

Prólogo

 

Algumas pessoas estão perguntando, nos comentários, o que me deu para postar tanto. Na verdade, como eu já disse aqui, minha freqüência é bem aleatória. Ás vezes, estou trabalhando muito e sumo. Às vezes, sinto muita vontade de postar e relaxar porque... estou trabalhando muito. Enfim, sem mais delongas, vamos ao post de hoje, que é sobre...

 

... um quarto meio bagunçado

 

Ontem à noite, o Marcos, meu namorado, passou lá em casa para dar um oi. Ele, que tinha ido direto do trabalho, pediu para que eu guardasse seu paletó. Eu estava poeticamente fazendo um chá para a gente e disse para ele abrir meu guarda-roupa, pegar um cabide e colocar lá. Aí, assim que ele abriu o armário, eu soltei a fatídica frase, lá da cozinha:

Eu: Não repare, está meio bagunçado.

 

Após lutar por um lugar no armário para o seu paletó, ele volta e:

Ele: Só uma dúvida: por que você disse “meio bagunçado?”

Eu: Por quê? Não tá bagunçado?

Ele: Está INTEIRAMENTE bagunçado. Tem que ter uma parte arrumada para você falar “meio”.

 

Ignoro o comentário e termino o chá, bem concentrada. Vendo que feriu meu coração, ele resolve fazer um elogio e:

Ele: Pelo menos, sua escrivaninha está bem arrumada! Nunca vi tão organizada assim. Uma beleza!

 

Me controlo para não jogar o chá na cara dele.

 

É que, na segunda-feira, a faxineira me fez uma surpresa e organizou cada papel e cada livro da minha escrivaninha. Argh!
 


Escrito por Liliane Prata às 16h55 [ ] [ envie esta mensagem ]



Sobre meiguice

Paulo, revisor da Capricho, depois de assistir a um de meus videoblogs:

Paulo: Adorei seu vídeo!

Eu: Que bom!

Paulo: Você parece ser uma menina tão meiguinha, no vídeo!

 

Silêncio.

 

Eu: O que você quer dizer com “parece”? Eu SOU meiguinha.

Paulo: É, nem sempre, né? É...

Eu: Todo mundo fala isso pra mim desde criança! Eu SOU hiper meiga! Até parece que não sou!

 

Ele me olha, continua dizendo “É...” e sai.

 

Tudo bem, posso não ser meiga em 100% do tempo, mas quem é alguma coisa 100% do tempo, né? Enfim. Aí fica um protesto para as pessoas com humor muito constante! 


Escrito por Liliane Prata às 18h29 [ ] [ envie esta mensagem ]



Frase do dia

Dando continuidade à pergunta “Amor de mãe: qual é o limite?”, vamos à frase do dia, que minha mãe já disse algumas vezes para mim e faz questão de repetir periodicamente:

 

“Não criei você para o mundo. Criei para mim.”

 

Foi também ela quem disse que vim ao mundo para entreter meu irmão, Rodrigo, que tinha quatro anos quando nasci e precisava de um amiguinho. 
 

Enfim. Feliz dia das mães, mãe!


Escrito por Liliane Prata às 12h48 [ ] [ envie esta mensagem ]



Sobre abordagens peculiares – episódio 2

Na verdade, talvez eu já até tenha postado sobre isso aqui, mas, como não vou verificar as postagens antigas, conto com a paciência de vocês!

MAS acho que não postei.

 

Enfim, vamos finalmente ao...

 

... episódio 2 da série de 2 episódios chamada Sobre Abordagens Peculiares

 

Esse foi num salão de beleza em Belo Horizonte, ano passado. Eu estava calmamente fazendo as unhas, coisa que faço religiosamente a cada 3 meses (ugh!), quando a cliente que estava sentada ao meu lado começa a conversar comigo. Papo vai, papo vem, ela pergunta da minha vida, acaba gostando de mim e me conta sobre o filho dela, que tem 30 anos, também é jornalista, é fofo, morou não sei em que países e fala não sei quantas línguas etc. Em um momento, me perguntei por que aquela senhora falava tanto do filho, mas ok, ela é mãe e fiquei imaginando minha mãe falando de mim e do meu irmão enquanto fazia as unhas – e achei a cara dela. Bom, com as unhas feitas, me despedi, levantei e:

Ela: espera!

Eu: hum?

Ela: o meu filho, sabe. Você não quer conhecer meu filho?
Eu: hã?

Ela: você está solteira?
Eu: estou, mas...
Ela: aqui, toma o cartão dele. Liga para ele, vou avisá-lo hoje. Ele vai estar esperando!
Eu: mas por que eu ligaria para o seu filho?
Ela: ele está solteiro e vocês têm tudo a ver. Liga e chama para um café em São Paulo, é lá que você mora, né? Ele sempre vai lá!

 

Ri, peguei o cartão e saí de lá rapidinho.

 

Fica a pergunta, apropriada para esta época do ano:
amor de mãe, qual é o limite?

P.S.: especial para minha mãe: o presente vai por Sedex, mas até o fim do mês estou aí, sem falta!


Escrito por Liliane Prata às 16h46 [ ] [ envie esta mensagem ]



Sobre abordagens peculiares – episódio 1

Aconteceu há dez minutos. Meu celular tocou e o que se seguiu foi um diálogo mais ou menos padrão de uma pessoa que discou um número por engano:

Eu: Alô.

Fulano: Oi, a Cláudia?

Eu: Não é esse número... acho que você se enganou!
Fulano: Tem certeza?
Eu: Hahaha não, acabei de lembrar que meu nome é Cláudia, que distraída. Tenho, né!
Fulano: hahahaha

Eu: hahahaha

Fulano: Então tá, desculpe!

Eu: Imagina, beijo!

 

Desligo o celular. Beleza. Só que, para minha surpresa, o telefone toca de novo dois minutos depois:

Eu: Alô.

Fulano: Oi, sou eu! Anota esse número, por favor!
Eu: Hã? Pra que eu vou anotar esse número?
Fulano: Porque eu sou o homem da sua vida! De verdade!
Eu: hahahahahahahha que louco!

Fulano: Sério, eu nem acredito nessas coisas, mas foi uma sorte ter ligado para o número errado! Vamos dar uma chance um ao outro! Meu nome é tal, faço isso, tenho tantos anos...

 

Ri mais um pouco, falei que tinha que ir e desliguei.

 

Juro.

 

Só não estranhei essa história tanto assim porque, no ano passado, outra abordagem mais peculiar ainda irrompeu na minha vida. Num salão de beleza. Aguardem!


Escrito por Liliane Prata às 12h20 [ ] [ envie esta mensagem ]




[ ver mensagens anteriores ]


Blogs que eu vou
  Alice
Ayane
Babi
Bolhita
Bruno Motta, humorista
Daniel Florêncio
Diorela
Fernando Chuí
Ludmila
Marcelo
Direito é legal
Espelho de Vênus
Marcus Mayer
UOL - O melhor conteúdo
BOL - E-mail grátis


Arquivos
  01/08/2008 a 31/08/2008
01/07/2008 a 31/07/2008
01/06/2008 a 30/06/2008
01/05/2008 a 31/05/2008
01/04/2008 a 30/04/2008
01/03/2008 a 31/03/2008
01/02/2008 a 29/02/2008
01/01/2008 a 31/01/2008
01/12/2007 a 31/12/2007
01/11/2007 a 30/11/2007
01/10/2007 a 31/10/2007
01/09/2007 a 30/09/2007
01/08/2007 a 31/08/2007
01/07/2007 a 31/07/2007
01/06/2007 a 30/06/2007
01/05/2007 a 31/05/2007
01/04/2007 a 30/04/2007
01/03/2007 a 31/03/2007
01/02/2007 a 28/02/2007
01/01/2007 a 31/01/2007
01/12/2006 a 31/12/2006
01/11/2006 a 30/11/2006
01/10/2006 a 31/10/2006
01/09/2006 a 30/09/2006
01/08/2006 a 31/08/2006
01/07/2006 a 31/07/2006
01/06/2006 a 30/06/2006
01/05/2006 a 31/05/2006
01/04/2006 a 30/04/2006
01/03/2006 a 31/03/2006
01/02/2006 a 28/02/2006
01/01/2006 a 31/01/2006
01/12/2005 a 31/12/2005
01/11/2005 a 30/11/2005
01/10/2005 a 31/10/2005
01/09/2005 a 30/09/2005
01/08/2005 a 31/08/2005
01/07/2005 a 31/07/2005
01/06/2005 a 30/06/2005
01/05/2005 a 31/05/2005
01/04/2005 a 30/04/2005
01/03/2005 a 31/03/2005
01/02/2005 a 28/02/2005
01/01/2005 a 31/01/2005
01/12/2004 a 31/12/2004
01/11/2004 a 30/11/2004
01/10/2004 a 31/10/2004
01/09/2004 a 30/09/2004
01/08/2004 a 31/08/2004
01/07/2004 a 31/07/2004
01/06/2004 a 30/06/2004
01/05/2004 a 31/05/2004
01/04/2004 a 30/04/2004
01/03/2004 a 31/03/2004
01/02/2004 a 29/02/2004
01/01/2004 a 31/01/2004
01/12/2003 a 31/12/2003
01/11/2003 a 30/11/2003
01/10/2003 a 31/10/2003
01/09/2003 a 30/09/2003
01/08/2003 a 31/08/2003
01/07/2003 a 31/07/2003
01/06/2003 a 30/06/2003




XML/RSS Feed
O que é isto?

Indique este blog



design: Marcio Caparica