Novo livro!
Meu novo livro acaba de ser lançado!

Está todo mundo convidado para o lançamento, que será na livraria Nobel do shopping Frei Caneca, dia 4 de outubro, às 20h, em São Paulo. Aí vai um resuminho do livro:
Marina é uma publicitária que nunca teve um namoro sério – ou melhor, nunca tiveram um namoro sério com ela. Ela bem que queria... Rafael é um cara que Marina conheceu – ou melhor, é uma mulher chamada Rafaela que Marina conheceu mas que, dadas as circunstâncias, não teve como saber de que sexo ela era e pressupôs que fosse masculino. Quando as duas se encontram, pode ser o começo de uma decepção. Ou de um relacionamento amoroso. Ou de uma terceira alternativa. Ou não.
P.S.: estou doida para saber o que vocês acharam! Quem ler conta aqui?
Escrito por Liliane Prata às 18h10
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Sobre ecossistemas e abelhas
(Ah! Antes de falar sobre isso, o desfecho do caso anterior: minha chefe acabou comigo e me mandou procurar um psicólogo – ou um centro espírita. Foi simples assim! Espero não ter desapontado ninguém, mas o que posso fazer se ela não se deu ao trabalho de agir de um modo mais legal, que colaborasse com os posts deste blog, né? Bom, continuemos)
Bom, voltando ao post de hoje:
Sobre ecossistemas e abelhas
Ontem eu estava conversando pelo MSN com meu ex e ele me lembrou de um caso engraçado que não contei aqui (eu acho).
Estávamos em um casamento num sítio. Era de tardinha, eu já tinha assistido à cerimônia e comido, e agora só me restava ouvir a banda (bem ruim) e esperar meu ex, que é sociólogo e estava conversando com o orientador dele, ter vontade de ir embora. No auge do meu ócio, uma abelha pousa sobre a mesa e eu, pensando "oba, alguma coisa para fazer", pego um copo e prendo a abelha, e fico olhando. Depois de uns dois minutos, a S., uma socióloga que estava sentada ao meu lado, fica extremamente incomodada e:
S – Por que você está prendendo a abelha? Eu – Hum? S – POR QUE VOCÊ ESTÁ PRENDENDO ABELHA? Eu – Não sei... à toa. S – Você prejudica o ecossistema, agindo assim. Eu – Como assim, prejudico o ecossistema? S – Imagine que esta abelha coma, sei lá, mosquitos. Se você mata uma abelha, você aumenta a população de mosquitos. Eu (achando graça) – Bom, se isso te fizer feliz, posso matar um mosquito agora! S (não achando a menor graça) – Isso é muito sério. Eu – Em todo caso, não matei a abelha, ela só está presa num copo... E é só UMA abelha, não é toda uma população de abelhas... (a cara dela foi ficando horrível). Bom, vou libertar a abelha.
Então eu fui tirar o copo. Mas em vez de só puxar, eu arrastei a droga do copo. Então a borda dele passou por cima da abelha que, bem, ficou toda gosmenta até morrer.
S. só me olhou com seu olhar gélido e saiu da mesa.
Hoje, analisando todo o meu período de convívio com sociólogos, vejo que errei. Eu devia ter pensado melhor e prender sei lá, uma borboleta, um mosquito, ou até mesmo uma joaninha... mas não, fui prender um inseto superconhecido por viver em sociedade.
É como estar sentada numa mesa de jornalistas e rasgar um jornal.
(Se bem que sou jornalista e não estou nem aí se alguém rasgar um jornal na minha frente).
Escrito por Liliane Prata às 11h38
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Da série O Peculiar dia-a-dia de uma Redação
Parte 1 – Introdução
Foi hoje na redação, umas duas horas depois do almoço.
Uma mulher X tinha entrado em contato com uma assessoria de imprensa, querendo entrevistar o ator Z. Essa mulher disse que trabalhava para a revista Capricho. A assessora, que conhece todo mundo aqui da redação e nunca viu essa mulher X, achou estranho e mandou um e-mail para a minha chefe, a Gi (finalmente um nome com duas letras!). Então a Gi me mandou um email assim:
Gi: Aconteceu isso e isso, será que você pode ligar para essa mulher e ver o que aconteceu? Passa um esculacho nela! A assessora me mandou o telefone dela. Eu: (me sentindo a detetive): Vou ligar agora!
Liguei e a mulher atendeu, o que nos leva à parte dois:
Parte 2 – O telefonema
Eu – Alô, X.? X – Sou eu, quem está falando? Eu (toda toda) – Meu nome é Liliane, sou editora assistente de entretenimento da revista Capricho. É verdade que você anda por aí falando que trabalha na revista? X (com voz calma) – Sim, fiz isso hoje, mas foi só essa vez. Eu – (ainda na fase detetive) – E você pode me explicar por que fez isso, uma vez que você não trabalha aqui? X – (respirando fundo) – Liliane, eu tive um motivo muito forte. Eu sou médium e preciso mandar uma mensagem psicografada para o Z. Eu – Hum? X – Ele precisa saber de uma coisa que acontecerá a ele. Um espírito está tentando me passar essa mensagem. Eu – Nossa... X – Desculpe se menti, mas essa foi a única maneira que encontrei para chegar a ele. Não podemos deixar que algo aconteça de mal a esse ator... Eu – Claro, não podemos... X – Você me ajuda? Você fala com a assessora? Eu – Bom, vou ver o que posso fazer...
Aguardem o diálogo O que minha cética chefe fez comigo depois que contei a ela o diálogo acima.
Escrito por Liliane Prata às 18h32
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Viagens, ligações, pais e homens em geral
Já voltei, mas esse caso de quando eu estava em Atenas é impossível não contar.
Estava eu em Atenas – como você pode ver relendo o parágrafo anterior – num domingo, quando resolvi ligar para o meu pai para dar parabéns pelo dia dos pais:
Eu – Pai!! Parabéns!! Pai – Oi, filha, você lembrou... Eu – Claro que lembrei... parabéns... Ai, pai, hoje foi tão legal, fiz um mini cruzeiro por três ilhas.. está o maior calor aqui.. nossa, a comida do navio estava horrível... estou até emagrecendo... Pai – Hum... Eu – Serviram um cubo de macarrão gelado com canela... Pai, você precisa ver o bairro de Plaka, que legal... vi umas máscaras de gesso que são a sua cara, comprei... para você pendurar numa parede, né... Pai, você precisa ver que delícia é nadar no mar Egeu... Pai – Sei... Eu – Como é aquele mito do mar Egeu que você me contou uma vez? Aquele mito grego... esqueci... ah, pai, você precisa ver que porcaria é o albergue, estou dividindo quarto com um cara todo estranho, ele é todo espaçoso, e o bairro do albergue é uma porcaria, sabe, mas pelo menos é perto de Plaka... no albergue tem internet de graça, mas não dá pra usar porque sempre tem uma fila gigante... Pai – Arram... Eu – Pai, é impressão minha ou só eu estou falando? Pai – Hum? Eu – O que você tá fazendo enquanto fala comigo? Pai (de repente participante da conversa): Ah, Lili, pelo amor de Deus, filha, que horas são aí? Eu – Dez da noite, por quê? Pai – Porque aqui são quatro da tarde! De domingo! O que seu pai faz quatro da tarde no domingo? Vê jogo! E hoje é do Cruzeiro! Você não calcula o fuso horário antes de ligar? (gritando) Rodrigo, vem falar com sua irmã!
(Voz do Rodrigo ao fundo: Putz! Olha a hora que a menina liga!)
Moral da história: calcule o fuso horário antes de ligações para seu país de origem, sempre calculando também os hábitos das pessoas e lembrando-se de que elas continuam as mesmas, apesar dos seus casos de viagem superempolgantes.
Ou simplesmente: quando estiver em Atenas, deixe os homens da sua família pra lá.
Escrito por Liliane Prata às 18h34
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De volta!
Voltei!!! Ao Brasil e a postar! E vou começar com algumas...
... frases peculiares de pessoas à minha volta
Pessoa um: uma amiga Contexto: estávamos conversando sobre filmes Frase dela: "Ai, outro dia eu estava assistindo de novo 'A Bela e a Fera'. Adoro esse desenho, eu me identifico tanto com a Bela!"
Pessoa dois: meu pai Contexto: há alguns anos, ele estava namorando. Pelo telefone, perguntei a ele se estava tudo bem no relacionamento. Ele respondeu que estava pensando em terminar, o que nos leva à frase dele. Frase dele: "Lili, se eu gostasse dela um décimo do tanto que ela gosta de mim, eu seria o homem mais apaixonado do mundo"
Pessoa três: meu irmão Contexto: estávamos falando bobagens e rindo. Frase minha: "Quem é mais retardado, né? Você ou eu"? Resposta dele: "Você"
P.S.: eu odeio conversar com quem não entende perguntas retóricas. P.P.S.: o pior é que a "pessoa um" também já me deu essa resposta uma vez. P.P.P.S.: para quem acompanha este blog há algum tempo: acho que essa primeira frase eu já tinha falado aqui, né? Mas entendam, me marcou bastante.
Escrito por Liliane Prata às 11h13
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Estou em Amsterdam hah cinco dias, e me apaixonei pela cidade. Hah, respondendo a uma pergunta feita nos comments: a amiga que estava viajando comigo era sim a Ayane! Ela voltou ao Brasil hah dez dias.
Sem querer falar de trabalho nem nada, estou animada com o lancamento do meu novo livro! Serah ainda em setembro; mal posso esperar para vcs lerem.
Sem querer mudar de assunto repentinamente nem nada, impressionante como me virei bem para andar nas bicicletas com freios nos pes de Amsterdam! Soh atropelei uma bicicleta uma vez, mas esta estava parada, entao nem conta (ou conta?)
Ainda sobre a bicicleta: aprendi que, quando estamos andando de bicicleta sozinha e cantando, sao grandes as chances de sair da cidade. Pelo menos isso aconteceu comigo: quando vi, estava na rodovia! Soh onibus, carros e eu de bicicleta. Para piorar, a rodovia nao estava no meu mapa. Mas foi soh seguir as placas de Amsterdam que voltei ateh aqui (pelo menos ACHO que voltei... hehe).
Escrito por Liliane Prata às 12h33
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