Sobre como meus finais de semana têm me cansado mais que o meio da semana
O que eu fiz no sábado:
Eu e meu namorado acordamos, tomamos café correndo e depois fomos à minha manhã de autógrafos. Almoçamos com amigos e fomos para a minha tarde de autógrafos. De lá fomos jogar Playstation na casa de um casal de amigos dele, correndo, porque tínhamos um aniversário à noite e, depois desse aniversário, outro aniversário.
O que eu fiz no domingo:
Eu e meu namorado acordamos supertarde. Então tivemos que fazer tudo correndo: tomamos café correndo, lemos jornal correndo e fomos para uma feijoada correndo, porque tinha hora marcada. Daí passamos no shopping para trocar um tênis dele correndo, porque tínhamos um jantar com hora marcada.
O bom é que hoje, segunda-feira, estou podendo descansar do final de semana – porque ganhei o dia de folga e não tive que ir para o trabalho. Aproveitei a folga para... bem, para trabalhar em casa. É que eu tenho uns frilas para fazer, sabe? Mas acordei às onze e tomei café com toda a calma do mundo, e fiz três horas e meia de almoço ;-)
Escrito por Liliane Prata às 15h32
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Acabei de dar os últimos retoques no meu livro que sai no final do ano – aquele que não é juvenil, mas adulto, sabem? É impressionante como basta reler um escrito para sair mudando um monte de coisas. Por exemplo, quando escrevi esse romance, há dois anos, ele só tinha um narrador. Agora tem dois. Mudanças menos drásticas, então, fiz um monte. Lembrei de uma entrevista em que o Chico Buarque diz que, na primeira versão de Budapeste, o protagonista nem era ghostwriter! Talvez a história nem se passasse em Budapeste, hehe. Não sei.
Bom. Estou superempolgada com esse novo projeto e louca para vocês lerem!
Ah, queria convidar todo mundo para meus últimos lançamentos em São Paulo de O diário de Débora 2! Serão no sábado, de 11 às 13h, na Livraria da Vila (Rua Fradique Coutinho, 915, Vila Madalena), e às 16h, na Mega Siciliano do Shopping Santa Cruz. Espero todo mundo lá!
P.S.: Hoje participarei do programa No Capricho, na rádio Metropolitana, de 19h às 20h. Quem ouvir, conta o que achou!
Escrito por Liliane Prata às 14h46
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Diálogo mineiro
Semana passada o meu amigo Bruno veio a São Paulo, fazer um teste para atores. Ele é mineiro, como eu. Quando estou conversando com os paulistanos, meu vocabulário vai automaticamente para o paulistanês (apesar de eu falar "uai", "lombeira"... Enfim, meu vocabulário vai mais ou menos para o paulistanês). Mas quando estou conversando com um mineiro... Olha nosso diálogo:
Bruno – Lili, já vou indo... Como eu chego no trem? Eu – Que trem? Bruno – Como, que trem? Eu – No seu teste? Sei lá, em que bairro é? Bruno – Não, eu já fiz o teste, agora eu preciso pegar o TREM! Eu – Meu Deus, o quê você precisa pegar? Não dá pra ser mais específico, não?
Pausa.
Eu – Aaaah, o meio de transporte, o "trem"... Bruno – Dã!
Escrito por Liliane Prata às 17h46
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Ops, esqueci de avisar! Tenho tarde de autógrafos de O diário de Débora 2 hoje às 13h na livraria Nobel do shopping Metrô Tatuapé... E às 18h na Mega Saraiva do shopping Ibirapuera! Dia de autógrafos! Espero todo mundo lá!
Escrito por Liliane Prata às 10h42
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Da série Trechos de conversas pelo MSN
Só contextualizando: há seis meses me mudei de Belo Horizonte para São Paulo, e desde então moro longe da minha família e dos meus amigos. Contexto dois: minha melhor amiga, a Fernanda, está namorando um cara que mora em outra cidade.
Bom. Ontem eu estava no MSN com a Fê e:
Fê – Tô indo pra casa, amiga! Tchau! Eu – Eu também tô indo! E olha que triste, eu vou beijar meu namorado e você nããão...
Pausa.
Fê – Mas eu vou jantar com minha família querida que está sempre por perto e você nããão...
Eu respondi com um "hauahauahauahauh!", ela concordou com um "hauahauahauahauh!" e eu fui na mesma hora para o site da Gol ver se os preços das passagens para BH estão bons.
Escrito por Liliane Prata às 18h17
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* O lançamento em BH foi ótimo! Obrigada a todos que foram. Queria colocar fotos aqui, mas elas estão presas na máquina digital, que é minha e do meu irmão – alguém de nós dois perdeu o cabo (eu falo que foi ele, ele fala que fui eu).
* Falando em máquina digital, como eu disse, ela é minha e do meu irmão. Desde que me mudei para SP, deixei a máquina lá com ele em BH. Ele a usa o tempo todo: se vai tomar uma Coca-Cola, tira foto do momento de abrir a lata. Bom. Ontem, resolvi trazer a máquina para passar uma temporada comigo. Pensei em três argumentos e falei com ele: Eu – Rô, vou levar a máquina, tá? Porque, veja bem, eu... Rô – Tá bom.
Que sem -graça.
* Eu amo chocolate, mas me dei conta de que não consigo mais comer o mesmo tanto que comia quando era criança. Minha mãe comprou para mim duas caixas de bombons e uma de Bis, para eu comer em dois dias e meio. No final de dois dias e meio, eu só consegui comer uma das caixas de bombom. A outra e a de Bis ficaram intactas. Tudo bem que paralelamente eu consumi sorvete, meia lata de leite condensado e bolo de chocolate, mas, se eu tivesse catorze anos a menos, tenho certeza de que não teria sobrado nada.
* Domingo de manhã, acordei cedo para fazer arvorismo. Fui na Falsa Baiana, na Tirolesa, etc, e amei. Amei. Mas nunca mais vou de novo. Nunca mais.
* Tá, tenho certeza de que um dia eu vou de novo. Mas até lá meu único esporte radical continua sendo o trekking (acho que andar de bicicleta no parque nos finais de semana não é considerado esporte radical).
Escrito por Liliane Prata às 15h23
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Hoje à tarde. Ligo para o suporte técnico da Abril e:
Eu – Olá. Deixei cair café e água no meu teclado e agora a tecla "i" não funciona. Suporte – Já estamos indo. Qual é o número do seu crachá, por favor? Eu – Não sei, porque perdi meu crachá.
Esse diálogo representa bem como está sendo a minha semana.
Escrito por Liliane Prata às 17h49
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Post picado!
O lançamento foi ótimo. Sábado que vem, dia 13, terei tarde de autógrafos em Belo Horizonte, no Salão do Livro, na Serraria Souza Pinto, às 15h30! Espero todo mundo lá! Espero inclusive eu mesma – enrolei e ainda não comprei minha passagem.
Não estou de férias do blog. Estou trabalhando muito, mesmo, e usando todo o meu tempo livre para dormir, fazer ginástica e namorar! Parece que quando falo que postarei horrores nesta semana, não posto nada. Então, vou falar agora que esta semana postarei bem pouco, quando na verdade vou postar horrores! (Ou não).
O diário de Débora de novo na lista de mais vendidos da revista Época! Que ótimo! Quem leu, curtiu? Espero que sim!
Esta semana já começou com chororô. Domingo eu chorei em um show do Paulinho da viola no Sesc Pompéia, durante uma música emocionante, e ontem à noite eu quaaase chorei (qua-se. Não chorei!). Se continuar nesse ritmo, sábado, em BH, eu chorarei se minha mãe não tiver feito arroz doce para mim (adoro arroz doce).
Amigos, amigos, amo vocês! Fê, Lud, Daniel, Bruno, Paulo... Saudades de todos.
Meu irmão ontem, no telefone: Ele – Você vem pra BH no próximo final de semana? JÁ? Eu – Já. Seu mala. Ele – Quem vai te buscar no aeroporto? Eu – Você. Ele – Eu?! Que hora você vai chegar? Eu – De noitão! Ele – Putz.
Família, família. Rô, amo você, seu malinha.
Escrito por Liliane Prata às 10h35
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Quando estou esperando alguma coisa, costumo jogar Snake no celular. O problema é que a coisa que eu estou esperando invariavelmente começa de repente e aí tenho que abandonar o jogo, e isso acontece SEMPRE segundos antes de eu quebrar meu recorde. Esta semana mesmo fui a uma reunião e, enquanto a pessoa com quem eu ia me reunir não chegava, fiquei jogando. Faltando dois pontos para eu quebrar meu recorde, quem chega? A pessoa. Argh. Ódio de todas as pessoas/situações/animais domésticos que me interrompem quando estou quase quebrando meu recorde.
Falando em jogos, descobri o único jogo do Playstation 2 que eu jogo realmente bem: um de ping pong que eu não sei o nome. É por isso que valeu a pena ter jogado tanto Atari quando era pequena. Quer dizer, nem me lembro se tinha ping pong no Atari. Mas com certeza tinha, né? São só uma mesa, uma rede, uma bola, dois bonequinhos e duas raquetes.
Como estou videogameística hoje, não?
Mudando um pouco (leia-se: completamente) de assunto: sábado tem sessão de autógrafos de O diário de Débora 2 na Mega Saraiva do Center Norte, às 18h. Não tem que pagar, não tem que levar nada, não tem nem que comprar o livro. Só tem que sorrir e conversar comigo! Aquelas mais carentes! Espero todo mundo lá!
Escrito por Liliane Prata às 17h59
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Semana passada postei menos, porque tenho trabalhado muito e me esforçado para manter minhas nove horas diárias de sono. Mas esta semana será diferente! Vou postar horrores. Quer dizer, nem sei ainda como será minha semana. Bom, vamos parar de fazer promessas desprovidas de credibilidade e ir diretamente ao post, que é sobre...
... asteriscos com coisas aleatórias escritas em seguida
* Estou adorando A Brincadeira, de Milan Kundera. Eu já tinha lido dois livros desse autor, A Insustentável Leveza do Ser e Risíveis Amores, e fico pensando no que será da minha vida quando eu tiver lido todos os livros dele.
* Passei o final de semana em Campos do Jordão com meu namorado. Eu nunca tinha ido lá. Entre as coisas que observei, uma ficou na minha cabeça: no caminho para a cidade, tem uma rocha que é assustadoramente parecida com a daquele episódio do Chapolin em que ele vai para outro planeta e sobe numa rocha voadora, sabe? Fiquei impressionada! Alguém se lembra desse episódio? Alguém já reparou nessa rocha quando foi a Campos do Jordão? Por favor, por favor, digam que não fui só eu. * Por que as pessoas pararam de falar sobre a cor bonina? Não é vinho, não é vermelho, é bo-ni-na! Sinto falta dessa cor! Devia ter uma lei contra o desaparecimento das cores!
* (Sonhei com esta cor hoje).
* Diálogo que tive com meu irmão semana passada, quando ele veio me visitar:
Eu (dirigindo) – Preciso passar no posto de gasolina. Ele – Não vai ter problema, tem um posto a cada quarteirão nesta avenida. Eu – É mesmo, parece que a gente está no River Raid!
Eu ri, ele riu e nós percebemos que você sabe que está ficando velho quando faz uma alusão a um jogo do Atari durante um comentário corriqueiro.
P.S.: Fiquei superfeliz quando vi que O diário de Débora saiu na lista dos mais vendidos da revista Época. O um em quinto lugar e o dois, em oitavo. P.P.S.: Que post enorme.
Escrito por Liliane Prata às 13h47
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