Dica alimentar do dia:
Nunca misture Passatempo com Miojo. Eu misturei há cinco anos e nunca mais me recuperei - já consigo comer um Passatempo a cada dois meses, mas Miojo não existe mais para mim.
Escrito por Liliane Prata às 19h15
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Seção A dona de casa relapsa - Episódio 2: A lâmpada queimada
Como vocês devem ter percebido pelo título do episódio, uma lâmpada daqui de casa queimou. Isso foi uma novidade na minha vida de dona de casa, e fiquei sem saber o que fazer. A seguir, minha saga até resolver esse intrigante problema doméstico:
Passo 1 - Depois de ligar e desligar o interruptor em vão, fiquei uns trinta segundos contemplando o lustre. "É, a lâmpada queimou", concluí. Passo 2 - Pensei "Quando eu me encher, troco isso aí". E fui viver minha vida normalmente. Passo 3 - Me enchi, porque precisava escolher uma roupa para sair e o quarto escuro (a lâmpada era do quarto) estava dificultando o processo. Então, resolvi tomar uma atitude e trocar a lâmpada. Passo 4 - Em vez de comprar uma lâmpada nova, resolvi pegar uma de um cômodo menos usado, o que foi bem relapso da minha parte. Com a lâmpada em mãos, fui bem feliz para o quarto. Foi nessa hora que percebi que o lustre do meu quarto é bem complexo e que eu precisaria da chave de fenda que eu não tenho. Passo 5 - Vencida, resolvi ir para a casa do meu pai e pegar um abajur que ele não usa. Chegando na portaria do meu prédio, olhei para o porteiro, ele olhou para mim e eu pensei: "Claro!". Passo 6 - O porteiro trocou a lâmpada.
Escrito por Liliane Prata às 13h39
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Nem precisei diminuir o tamanho das fotos! O site Babado fez uma galeria de fotos da estréia da peça, com fotos do elenco e de vários convidados famosos. É só ir nesse link e clicar na foto do Serginho Hondjakoff.
Escrito por Liliane Prata às 17h20
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A estréia da peça foi ontem, como vocês sabem, e foi um sucesso! Os atores estavam perfeitos, a direção foi ótima, o figurino... Tudo bacana. E acho que a platéia gostou, porque todo mundo riu muito. Fazendo propaganda pela milésima vez (mentira, acho que é a segunda ou terceira vez), a peça O diário de Débora está em cartaz no Teatro das Artes, no Shopping da Gávea, às terças e quartas-feiras, às 20h.
Depois coloco fotos aqui, tá? Primeiro eu tenho que descobrir como se diminui o tamanho das fotos. E, além disso, minha amiga do Rio, a Alice, tem que me mandar a foto que ela tirou (não foi indireta não, tá, Alice? Imagina! :-p).
Escrito por Liliane Prata às 14h14
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Seção Ajuda: alguém quer me dar algumas dicas de como se faz uma mala? Percebi que sou péssima para fazer malas, principalmente no quesito definição de prioridades. Desta vez, esqueci filtro solar e pente, mas lembrei de trazer tapa-olho, tapa-ouvido e creme para cutículas.
Seção Ódio: odeio pessoas que jogam lixo na praia. Também odeio pessoas que fazem tipo.
Seção O sentido da vida: tudo realmente parece fazer mais sentido depois que eu acordo, tomo meu café da manhã e vou correr e tomar sol na praia de Ipanema.
Seção Ódio parte 2: ódio de todos os cariocas, que podem fazer isso todo dia! :-p
Recado: Alice, liguei para você várias vezes e não consegui falar com você. Me liga, menina: o começo do seu telefone + 7829.
Escrito por Liliane Prata às 13h27
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Estou aqui no Rio. Vim acompanhar os ensaios finais da peça e, claro, ir à estréia. Mas enquanto não tenho novidades a respeito, não vou postar sobre a peça, e sim sobre... Perguntas estranhas: 1) Só eu e meu amigo Daniel Vortisto ficamos amedrontados com manequins sem cabeça presentes nas vitrines de algumas lojas de roupas? 2) Só eu e meu namorado, o Cris, gostaríamos de gostar de comer maçã? Afinal, é tão bonito comer maçã...
Escrito por Liliane Prata às 20h46
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Obrigada pelas críticas e pelos elogios ao trecho inicial do meu livro! Muita gente amou, muita gente odiou... Legal, ele é meio polêmico mesmo. Eu o escrevi aos 18 anos e não pretendo publicá-lo, a não ser que um dia eu reescreva muitas partes dele. Como vocês devem ter percebido, o narrador começa a contar a história do fim. Depois é que ele vai voltando e contando tudo o que aconteceu. Basicamente, o personagem é um anti-herói que não sabe lidar com suas decepções e encontra maneiras imaturas e desequilibradas para canalizá-las. Claro que ele se acha extremamente maduro e equilibrado.
Bom, mudando totalmente de assunto: a peça O diário de Débora estréia na terça-feira, às 20h, no Teatro das Artes, no Shopping da Gávea (Rio). Espero que depois a peça viaje bastante; aviso todo mundo aqui!
Escrito por Liliane Prata às 10h01
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Estou emocionada! Encontrei um livro que eu tinha escrito há uns cinco anos. Não foi publicado nem nada, mas é especial para mim porque foi o primeiro livro que escrevi do começo ao fim. É fino, tem pouco mais de cem páginas. Aí vai o começo dele para vocês me contarem o que acharam:
“Olho para as árvores sob as quais caminho devagar; observo algum ponto que não existe mas que talvez existisse se eu não estivesse como estou. Por mais que eu tente reconstruir a minha história, os dados se perdem em alguns momentos e minha mente se afunda em um imenso vazio. A maioria das pessoas não consegue imaginar o nada, e as que conseguem levam um longo tempo para alcançá-lo. Eu acho tão fácil imaginar o nada e fazê-lo me deixa mais satisfeito do que imaginar qualquer outra coisa. Quando me lembrar dos fatos se torna ainda mais doloroso do que tentar esquecê-los, mesmo porque se trata de uma tentativa inútil, mergulho mais uma vez na imensidão e no alívio do meu nada. (...)
Das lembranças, não confio nem desconfio: apenas sei que estão lá, em seu processo de corrosão. Das pessoas, desconfio. Por isso não posso procurar melhor companhia. Em mim, eu confio – até porque sei que não posso confiar em mais ninguém. Eu sei que eu não me traio ou trairia, e gostaria de ter aprendido isso mais cedo. Mas não havia como, porque só me mostraram o contrário, apesar de ele ser uma mentira.
Se me perguntarem exatamente como eu vim parar aqui, talvez eu engasgue ou mude de assunto. Mas depois vou suspirar, olhar para cima e me quietar. É sempre assim: primeiro eu me altero, depois me torno apático – e essa mudança tem-se dado cada vez mais rapidamente. Às vezes não consigo discernir o que eu fiz daquilo que me fizeram, porque o sofrimento faz com que as lembranças se misturem. Mas eu sempre acabo recuperando minha consciência e reafirmando uma de minhas poucas certezas: não foi culpa minha.
O fato é que agora estou aqui, e isso não mudará – por mais que eu queira, por mais que eu grite e... me deite, tape meus ouvidos, feche meus olhos e volte para o conforto do meu nada. Não posso começar minha vida novamente e, pensando bem, talvez nem quisesse. Estou cansado demais para tentar ir em frente, quanto mais para voltar. Agora, tudo está feito – seja lá o que isso signifique.”
Escrito por Liliane Prata às 14h46
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Eu não pretendia namorar tão cedo, mas... Apaixonada. Namorando. E muito feliz.
Escrito por Liliane Prata às 10h51
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De manhã:
Meu pai - Lili, olha que vergonha! Escreveram "Me lave" no vidro do seu carro! Eu - Escreveram? Meu pai - Vai lá para você ver! Aproveita e vai em um posto lavar esse carro!
À noite:
Meu irmão - Você viu que o papai escreveu "Me lave" no seu carro?
Escrito por Liliane Prata às 23h35
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Tenho esse pôster de Antonio Peticov na minha sala e sou louca por ele (senão não estaria na minha sala, obviamente. Pensando bem, podia ser uma promessa, uma aposta ou algo do tipo. Mas o que acontece é que sou louca por ele). Ficava no meu quarto, quando eu morava com meus pais, e fiz questão de levá-lo quando saí de lá (assim como minha TV, meu videocassete e outras coisinhas, ehehe). 50% dos meus amigos, quando vêm aqui em casa, dizem "aaah, adoro essa imagem", e os outros 50% falam "tira isso daí, menina!". Vocês amam ou odeiam? Ou, pior, gostam mais ou menos?

Escrito por Liliane Prata às 10h57
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Dia desses, meu irmão e eu combinamos um jantar aqui em casa.
Eu - Então você leva a bebida, que eu vou fazer o de sempre: macarrão com molho de quei... Ele - Não, EU vou cozinhar. Vou fazer umas batatas alemãs pra gente. Eu - Hum... Certo.
À noite, ele chega aqui em casa com um quilo de batatas e:
Ele - Cadê? Eu - Cadê o quê? Ele - A receita das batatas alemãs, ué. Eu - Você não sabe fazer as batatas? Ele - Claro que sei, mas você tem que me arranjar a receita! Como é que eu vou fazer sem receita?
Nem precisa falar que eu fiz o de sempre, né? Macarrão com molho de queijo... dessa vez, com batatas para acompanhar.
Escrito por Liliane Prata às 18h28
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Quando eu achei que fosse ter um infarto e fui a um pronto-socorro de madrugada, o que o médico falou que eu tinha? Nada. Quando eu achei que estava com uma espinha de peixe entalada na minha garganta e fui a um otorrinolaringologista à noite, o que ele falou que eu tinha? Nada. Eis que ontem à noite minha garganta começa a doer e todos à minha volta dizem "não vá ao médico porque não é nada" - só que acordei hoje morrendo de dor, fui ao médico e era alguma coisa: amigdalite.
O médico me disse que a amigdalite estava terrível e que eu deveria ter ido ao hospital antes. A partir de agora, vou voltar a fazer o que sempre fazia: ir ao médico logo depois do primeiro sintoma, mesmo que isso signifique ouvir "você não tem nada, vá para casa". Liberdade para os que gostam de ir ao médico!
Aliás, o médico era o mesmo da espinha de peixe imaginária (lembram do post?). Ele:
- Você veio aqui em julho, por causa de uma espinha de peixe, não foi? - Eu, não. - Mas está aqui na sua ficha: espinha de peixe na garganta. - Ah, é, eu tinha esquecido.
Esses médicos e suas fichas danadinhas.
Escrito por Liliane Prata às 19h58
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Pseudo-festa aqui em casa hoje, como de costume. Todo mundo que tem meu endereço está convidado. Tragam comida e bebida porque acabei de chegar e não vou sair para comprar nada :-)
Momento-propaganda para um amigo meu, pode ser? Bruno Motta entra em cartaz hoje, no Teatro da Assembléia (BH), com o espetáculo De pé. É muito, muito, muuuito legal. Mais informações no blog dele - e Bruno, você me deve uma palha italiana ;-)
E já que hoje estou com esta coisa de recados, muito obrigada por todos os comentários, gente! Adoro lê-los. Ainda mais agora, que só tem comentários fofos. Estou até ficando com saudade dos meus inimigos, eles sumiram! Inimigos, eu fiz algo errado?
Aaah, último recado: esta minha última coluna da Capricho (capa com Bruno Gagliasso) está com chamada na capa: "como esquecer seu ex, por Liliane Prata". Quem ler, conta aqui o que achou, como sempre, hein?
Escrito por Liliane Prata às 18h41
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Cansada... Na segunda e na terça, escrevi o dia todo, e hoje acordei cedo para fazer um frila. Tudo para compensar meus dias de ócio no Rio (os ensaios eram à noite)! Por isso dei uma sumida do blog. Mas nem tenho muito o que contar sobre os últimos dias. Só sobre a natação e uma abelha.
Falei tanto sobre natação em O Diário de Débora (a Débora faz aula de natação), que fiquei com vontade. Fiz minha matrícula ontem. Eu já tinha feito natação quando era criança, e não lembro se eu gostava. Eu só lembro que ficava irritada quando minha mãe não me deixava levar a toalha do Snoopy, mas essa lembrança não diz muito sobre eu gostar de nadar ou não. Agora sobre a abelha: fui picada por uma abelha pela primeira vez na vida. Eu estava bem tranqüila e ela pousou no meu braço; fui tirá-la e meu dedo pegou no ferrão. Escrevendo sobre a situação agora, estou percebendo que, na verdade, fui eu que piquei a abelha, não? Bom, o que importa é que meu dedo está doendo.
Escrito por Liliane Prata às 10h51
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