Finalmente instalei TV a cabo aqui em casa. Eu não via TV - nem aberta nem a cabo - há mais de dois meses (exceto o último episódio de Friends, que vi na casa do Bruno), porque aqui em casa tinha o aparelho, mas ele não pegava, o que não adiantava muito. Para a TV daqui de casa pegar, ou você assina TV a cabo ou só vê o velho programa da tela chamuscando. Cansei desse programa e assinei.
Agora fico toda emocionada quando ligo a televisão. "É mesmo, esse seriado existe!", "Propaganda! Êêê, o que será que vão anunciar?", "Que novela está passando mesmo?". Fico pensando em até quando esse meu estado vai durar e eu vou voltar a ver televisão com a mesma cara que todas as pessoas fazem quando vêem televisão.
Escrito por Liliane Prata às 12h36
[ ]
[ envie esta mensagem ]
Andei tendo umas dores nos dedos e minha prima, que também é minha ex-fisioterapeuta (tive que fazer fisioterapia por vários anos), falou para eu comprar um par daquelas luvinhas que previnem LER - que parece que mudou de nome, agora é DORT - e me passou uns exercícios. Já tenho que usar óculos para escrever, agora vou ter que usar luvas... Ficarei feliz se daqui a pouco eu não precisar de um capacete.
Algumas pessoas estão me perguntando sobre o andamento da peça de O diário de Débora: deve estrear logo, logo (aquelas que informam com precisão) no Rio, no Teatro da Gávea (melhorou, né?). A Débora será a Letícia Colin, e no elenco também vai ter a Tathiane Goulart e outros atores bem legais. Quando o elenco estiver completo, eu falo aqui.
Escrito por Liliane Prata às 14h45
[ ]
[ envie esta mensagem ]
Sobre e-mails peculiares
Cheguei a falar aqui de alguns e-mails peculiares que já recebi, né? Bom, como as pessoas não param de mandar e-mails peculiares, aqui vai a lista atualizada: "Liliane, adoro o seu trabalho, apesar de nunca ter lido sua coluna nem seu livro."
"Oi, Liliane! Eu também me chamo Liliane e odeio meu nome. Como vc faz para ser feliz com seu nome??"
"Liliane, adoro a sua coluna na Capricho, embora eu goste muito mais da coluna do Antonio Prata."
"Liliane, meu sonho é escrever um livro, o problema é que eu odeio ler."
"Olha, não tenho tempo para comprar Capricho. Por que você não compra, recorta sua coluna e manda para mim pelo correio?"
Escrito por Liliane Prata às 17h34
[ ]
[ envie esta mensagem ]
Ontem à noite eu e o Dri estávamos no carro, voltando para casa. Estava fazendo muito frio; acho que uns onze graus. Vi um homem de short e camiseta, correndo, e:
Eu - Meu Deus, quem é aquele louco que está correndo com esse frio?!
Olho direito.
Eu - Ah, é meu pai.
Escrito por Liliane Prata às 11h39
[ ]
[ envie esta mensagem ]
Terminei de escrever um livro não faz nem cinco minutos. É tão paradoxal o que eu sinto quando termino um livro - penso "Que bom, terminei!" e ao mesmo tempo "Não queria que tivesse terminado, que saudade, volta!" Esse livro foi escrito sob encomenda e deve ser publicado em breve. Por enquanto não posso dar mais detalhes, mas logo, logo eu dou. Ah, só mais uma coisa: muito obrigada pelos comentários, gente! Ah, só mais uma outra coisa: se eu não tiver respondido alguém no espaço de comentários, é só mandar a pergunta para o liliprata@uol.com.br. Agora só mais uma outra coisa que não tem nada a ver com as outras coisas: estou tão feliz desde que vi o resultado de uma pesquisa sobre café! Segundo os cientistas que fizeram a pesquisa, o café não faz mal, faz até bem. Quer dizer, desde que seja consumido em quantidade moderada - agora me resta saber se mais de um litro de café por dia é uma quantidade moderada.
Escrito por Liliane Prata às 19h20
[ ]
[ envie esta mensagem ]
Aí vão as fotos da viagem!
 O Dri e meu irmão (que, empolgado como sempre, vestiu-se para uma quadrilha que ia ter) em momento feliz.
 Só para não falarem que não uso listrado, como está na minha ficha, vai aí meu cachecol.
 Momento fofo com o Dri.
 Meu irmão e a Laura, minha cunhada querida. Ela não é a Helen Hunt morena?
 Eu, a fogueira e meu irmão (deve ter algum filme com esse nome).
Escrito por Liliane Prata às 20h48
[ ]
[ envie esta mensagem ]
Acabei de chegar de um hotel fazenda a uns 60 quilômetros de Belo Horizonte - eu, o Dri, meu irmão (Rodrigo) e a namorada dele (Laura) fomos na sexta à noite e voltamos agora. Então está explicado meu sumiço. Andamos a cavalo, andamos de bicicleta, caminhamos, comemos muito mais que o razoável, essas coisas. Esta semana coloco algumas fotos. Até lá, alguns casinhos da viagem.
* Eu e o Dri ficamos no quarto 15 e meu irmão e a Laura, no 14. Mal a gente chegou no hotel e meu irmão falou "Ahaha, vou colocar tudo o que eu comer na conta do 15!". Todos rimos. Hoje, antes de ir embora, a conta chegou: ele e a Laura colocaram tudo no 14, direitinho, e eu e o Dri colocamos tudo no 14 também. "Era uma piada", disse meu irmão. E aí todos rimos, quer dizer, eu e o Dri rimos.
* A porta do quarto deles estava aberta e meu irmão estava lendo bem tranqüilo. Alguém apagou a luz do quarto dele e ele, achando que tinha sido eu, berrou "Ê, mala, acende aí!" (eu e meu irmão nos referimos um ao outro como "mala"). Ninguém acendeu. "P., mala, você vai ver". Quando ele se levantou e saiu do quarto, só viu uma velhinha correndo, dizendo "desculpa, desculpa".
Escrito por Liliane Prata às 18h53
[ ]
[ envie esta mensagem ]
Seção Como minha mãe era criativa na hora de dar castigos - Acho esse castigo superinteressante e quero aplicá-lo aos meus filhos. Olha só:
Quando eu e meu irmão brigávamos, minha mãe mandava a gente ficar abraçado por uma hora. Era uma droga, porque lá estava ele com ódio de mim, e eu com ódio dele, e a gente abraçado. Se a gente se soltava, a minha mãe ficava uma fera e se precisasse até amarrava a gente. No começo do abraço, a gente nem se falava, de tanta raiva; mas no final lá estava a gente conversando e fazendo as pazes! Para quem tem irmão: você já recebeu esse castigo? Aí vai uma foto comigo e com minha mãe, tirada no final do ano passado.

Escrito por Liliane Prata às 09h17
[ ]
[ envie esta mensagem ]
Atendendo a pedidos, aí vai uma foto do meu casamento (tudo bem, ninguém pediu, mas eu vou colocar assim mesmo). Foi só no cartório.

Escrito por Liliane Prata às 19h15
[ ]
[ envie esta mensagem ]
Ainda sobre o peixe:
- Tentei lutar bravamente contra a minha hipocondria, mas ontem, às onze da noite, estávamos Dri e eu em um otorrinolaringologista 24h. É duro dizer, mas... o médico também achou que a espinha era imaginária. Ou então que eu tinha engolido a espinha. O que importa é que eu estou bem!
- Hoje: eu me recuperando da espinha imaginária e a vizinha telefona para tecer comentários sobre o cheiro de peixe que ficou pelo andar inteiro. Morro de vergonha. Pelo menos ela não reclamou da Dido, que eu tenho ouvido em uma altura não exatamente condizente com a política da boa vizinhança.
Escrito por Liliane Prata às 19h39
[ ]
[ envie esta mensagem ]
Há uma hora eu estava com uma espinha de peixe entalada na minha garganta. Estava doendo muito e eu não sabia o que fazer. Liguei para o Dri. Ele:
- Você não tá imaginando, não?
Fiquei com ódio e liguei para a minha mãe. Ela:
- Ah, Lili, vc não tá imaginando, não?
O que há com essas pessoas? "Vejam, eu sou a Lili. Eu imagino coisas. Semana passada eu imaginei que estava gripada e, alguns dias depois, eu parei de imaginar e ficou tudo bem."
Escrito por Liliane Prata às 12h08
[ ]
[ envie esta mensagem ]
Nos últimos dias, eu vi:
- Último episódio de Friends
- Homem-aranha 2
- Cazuza
Como tenho a consciência de que vi tudo isso atrasado, não vou postar sobre o que achei de cada um e sim sobre como é bom ter amigos - receber uma notícia X às duas da manhã, sair de casa dirigindo sem levar bolsa, documento, nada, e sem ter a mínima idéia de onde ir, parar em um telefone público, ligar para um amigo que mora no outro lado da cidade e ele encontrar você em dez minutos. Daniel, você é um amigo perfeito.
Ah, não que eu tenha feito nada disso, claro.
Escrito por Liliane Prata às 09h03
[ ]
[ envie esta mensagem ]
Finalmente parei de enrolar e atualizei a Minha ficha, aqui do lado! Eu queria dizer que na verdade foi o Dri que finalmente parou de enrolar e atualizou a minha ficha, mas como eu sou um amor de esposa, nem vou falar isso. Veja o que acharam, hein?
Escrito por Liliane Prata às 13h58
[ ]
[ envie esta mensagem ]
Já contei vários momentos críticos que tive com vendedores. Mas com garçons é o primeiro. Ah, mentira, é o segundo. Depois eu conto o primeiro. Bom:
Eu estava com meu irmão em uma lanchonete/cafeteria/casa de sanduíches e:
Eu - Por favor, sobre esse sanduíche aqui com patê... O patê leva maionese?
Garçom - Ah, não sei... Mas geralmente patê leva maionese, né? O que a minha mulher faz leva maionese.
Pequena pausa.
Eu - E então, você pode conferir na cozinha se o patê daqui leva maionese?
Ele foi conferir. Não levava maionese.
Escrito por Liliane Prata às 14h49
[ ]
[ envie esta mensagem ]
Estou cada vez melhor na cozinha - rápida explicação enquanto não consigo importar os arquivos do meu blog antigo: faz um mês que me casei. Eu, que planejava almoçar diariamente pratos elaborados, saudáveis e apetitosos feitos por mim, acostumei-me a caminhadas diárias a restaurantes para comer pratos elaborados, saudáveis e apetitosos feitos pelos cozinheiros desses restaurantes.
Bom: anteontem eu fiz uma omelete de espinafre que saiu OK. Animada com o sucesso dela, resolvi arriscar: o almoço de hoje seria tomate recheado com frango e requeijão e, como acompanhamento, arroz branco. O tomate deu supercerto. Já o arroz ficou completamente empapado - problema que foi devidamente resolvido quando coloquei umas salsichas no meio e passei a chamar o prato de "arroz cremoso com salsichas".
Escrito por Liliane Prata às 13h23
[ ]
[ envie esta mensagem ]
Os posts anteriores foram importados do meu antigo blog. Quem quiser comentar, sinta-se à vontade - lerei todos os comentários.
Escrito por Liliane Prata às 05h16
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ ver mensagens anteriores ]
|